Meus fracassos românticos – Romantismo ainda existe?

Boa tarde 🌹
#TextoPessoal
 15/03/2017

Gostaria de começar este texto reforçando a ideia de que nunca namorei e por várias vezes fui questionada de o por quê ? Sempre é a mesma coisa, a necessidade de explicar-me para os outros sempre foi (e é) cansativa e pouco atraente, simplesmente pelo fato de que, após explicar-me – a maioria – diz entender mas afirmam: você deveria namorar! Como se namorar fosse um lei explicita.

Quando mais nova nunca fui de envolver-me com o sexo oposto, digo, claro tive minhas “aventuras de adolescente”, mas nunca levei ninguém a sério e nunca “bati o recorde”, de algumas amigas que, de tempo em tempo estavam com um ou outro. Na verdade posso selecionar nos dedos com quantos rapazes eu me envolvi. Não houve e não há motivos para colocar alguém no posto de ” meu namorado“.

  •  Não estou apaixonada, não encontrei ninguém que compartilhe dos mesmos gostos e interesses que eu, não conheci ninguém que pudesse fazer meu coração acelerar, ou seja, não encontrei motivos para namorar.

Se o mundo gira rápido demais, se as coisas acontecem rápido demais, se o tempo passa rápido demais eu apenas insisto em aguardar meu momento, não é porque todo mundo faz algo que eu também deva fazer.

Com essas poucas e limitadas experiências  românticas, pude perceber o quanto os rapazes/homens só querem saber de seu bel prazer. Nos primeiros “encontros” (se é que posso chama-los assim já que, acredito nunca ter tido um encontro de verdade), sempre houveram poucas demonstrações de cavalheirismo e o mínimo possível de romantismo. Nunca ninguém abriu a porta do carro pra mim, nunca fui presenteada com flores, nunca tive a graça de sair com alguém que só quisesse conversar e falar sobre assuntos legais. Sempre havia algo a mais! Sempre eles queriam algo a mais!

Beijar em um primeiro encontro me soa tão antiquado (já fiz isto e não foi minha melhor decisão) Porque deveria beijar alguém que mal conheci? Ok, repito já fiz isto e insisto, não foi minha melhor decisão por isso que, já faz muitooo tempo que não o faço mais, porque em todas as vezes me arrependi, me senti apenas usada, como se provesse ao então, “cavalheiro” aquilo que ele queria e todo o sentido de conhecer alguém pelos seus sonhos, medos, vontades e anseios foram por água a baixo. É como se tivesse perdido todo o encanto. O beijo deveria prover isto, mas pra mim, em minhas experiências, ele esmagou! Não significa que eu sai beijando todos os rapazes com os quais sai pela primeira vez, ao contrário, porém também não significa que esses casuais “encontros” foram de meu agrado. Acredito que os piores momentos foram quando faltava assunto, não por falta de  iniciativa, mas por falta de interesse em realmente conhecer o outro

Minha última tentativa de conhecer pessoas novas aconteceu a uns 11 meses atrás, a pessoa que na época tinha 26, agiu de uma forma em nosso primeiro encontro e no segundo de maneira completamente diferente, foi frustrante, decepcionante e pouco encorajador. Na primeira ele foi cordial, simpático e houve assuntos, já no segundo o simples fato de eu dizer que não queria me envolver romanticamente e que estávamos  ali apenas como amigos, foi o suficiente para não haver conversas, amabilidade e espontaneidade.

Como posso eu ainda acreditar que haja cordialidade entre um homem e uma mulher quando falta respeito, simpatia e verdadeiro interesse?

 Fracassos e mais fracassos! Por conta disto acabei retraindo-me. Prestes a completar 23 anos, me recuso a conhecer pessoas novas, me recuso a dar-lhes uma oportunidade porque por mais que eles digam que são diferentes ( eles teimam em dizer : mulheres dizem que todos os homens são iguais, porque não encontraram aqueles que fizessem a diferença na vida delas ), sei que não são! Ou pelo menos não encontrei alguém que fosse! O que me fez perder a fé no romantismo. Algum tempo atrás escrevi que deixara de acreditar no romantismo e que só acharia possível poder vivê-lo se vivesse na época dos meus avós, acredito que não haja verdade mais veril que esta. Antes havia romantismo, antes os casamentos duravam, antes havia cavalheirismohavia cordialidade, havia conversas, mas sei que nem sempre (e nunca será), mil maravilhas. 

Poderá haver alguns comentários afirmando que tudo isto aconteceu porque eu não encontrei a pessoa certa. Mas vocês realmente acreditam que exista a pessoa certa? Alma gêmea? Pessoas destinadas a ficarem juntas?  Pode haver também comentários que implicam em, eu não fechar-me para as novas oportunidades que a vida pode acabar me trazendo.

Não fechei as portas para estas oportunidades, não fechei as portas para o amor, mas também não as deixarei abertas!

O que tiver que acontecer, acontecera de forma natural e gradual. É necessário haver maturidade de ambas as partes. 

Se vocês perguntassem-me o que eu realmente gostaria e em que acredito, eu diria-lhes:

Eu gostaria de viver uma aventura amorosa que bastasse por uma vida toda, não ligaria se nunca me casasse ou tivesse filhos (algo que não quero e será assunto para outro post). Gostaria de vivenciar um tipo de amor único, verdadeiro e arrebatador. Algo que eu jamais pudesse esquecer-me e sempre, por toda a minha vida, até meu último suspiro, pudesse recordar com alegria e o mais puro sentimento de que foi e sempre será a melhor coisa que fizera na vida!

Ah e eu acredito que amor mesmo é um só e pra vida toda. (E eu afirmo não ser romântica hein 😂😂)

 

Enquanto escrevo este texto, bebo um chá que preparei e vejo um livro ao lado.
Sorrio. Apenas sorrio, contente de que, o que tenho agora: me basta!

 

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34 comentários sobre “Meus fracassos românticos – Romantismo ainda existe?

  1. Carol, já me senti assim como você e as vezes me sinto também. Acredito no amor, busco um amor igual ao que você gostaria, não acho impossível de acontecer, e não acho que homens são todos iguais.
    Penso apenas que os homens pensam diferentes de nós, que o processo de amadurecimento deles é diferente e que o foco inicial deles, sempre será nos levar para os finalmentes. Grande parte de nós, idealizamos o romantismo com flores, portas de carro e afins, mas o romantismo está em pequenos detalhes. E eles só aparecem quando existir realmente o interesse do Carinha por você. E isso não acontece no primeiro dia, a não ser que seja amor a primeira vista, o que não descarto também. Vejo que o grande problema das mulheres é a ansiedade que aconteça tudo em duas semanas. Mas demora tempo. E requer paciência, muita paciência da mulher… Se não teve afinidades, se houve algum desrespeito não somos obrigadas a manter ou desenvolver um relacionamento, mas é preciso pensar se não estamos exigindo muito em pouco tempo. Gostei do seu texto. Gosto de emoções…
    PatQuePariuu

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    • Oiiiii Pat, concordo com o que você disse também. Principalmente a parte de que o amadurecimento dos homens são diferente do nosso. Você disse tudo. Concordo também que o romantismo consiste em pequenas coisas e que as vezes idealizamos demais. Nessas experiências passadas, tive o desprazer de não vivenciar o romantismo nessas pequenas coisas, porque não houve. Mas que sejamos felizes com o que temos e que, se vier alguém que seja somente para acrescentar! Beijos ♥♥♥

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  2. Gostei de ler o seu texto. É uma reflexão importante também para os homens. Encontrar-se para dividir um momento é muito maior que a expectativa de um beijo. Caminhar lado a lado numa beira mar ensolarada, ou um café acompanhado de boa conversa pode ser muito mais expressivo, ou talvez, inesquecível para um par de pessoas que se querem ou talvez venham a querer-se. O beijo deve ser a consumação de algo verdadeiro e bonito, senão não vale o momento, que deve ser o mais belo, sempre, a cada segundo…

    Curtido por 2 pessoas

    • De fato, sempre acreditei que vale muito mais a pena conhecer a pessoa sem pretextos ou interesses e apenas poder dividir boas lembranças e momentos sem a necessidade de apressar as coisas, como no caso um beijo. Falta mais empatia e entrosamento verdadeiro de ambos os lados.

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  3. Srita. Ebuliani, boa tarde….

    André Bonomini, do blog A BOINA, de Blumenau-SC
    (desculpa a formalidade, costume que não largo esse…)

    Não pude ficar indiferente a suas linhas hoje no seu blog. Sem dúvida alguma suas palavras quiseram dizer algo que talvez muitos que vimos em volta já perderam há tempos: O romantismo.

    Também sou uma espécie de “vitima” destes dias tão estranhos para quem cultiva estes bons valores do verdadeiro amor. Tive três histórias, que acabaram por motivos distintos e, hoje, ando mais preocupado com meu trabalho, minha função de jornalista do que com outra coisa. As vezes até os amigos me fazem falta, mas talvez seja por conta da correria do dia… por ai.

    Bem, mas vamos ao que interessa para eu não enrolar tanto. Não quero dar uma de “tagarela”. Nestas pelejas que a vida me enfiou nestes 26, quase 27, jovens anos vi tantas coisas que me podiam fazer pensar quase como você. Meus pais me ensinaram e ensinam muitas coisas sobre esse mundo tenso do amor e dos relacionamentos. Eles vem de um tempo onde tudo era muito mais próximo, mais humano. Onde uma carta, mesmo enviada a distância, não era nem um pouco fria.

    Aquele tempo deles, Vivane, era uma coisa totalmente diferente do que observamos dia a dia. Os amantes trocavam palavras românticas em bilhetinhos, passavam horas em delírio pensando na pessoa amada, meio catatônicas, ouviam músicas românticas de olhos fechados, mesmo que a letra não dissesse nada a respeito, mas apenas pela melodia que trazia a lembrança da pessoa amada…

    Queria ter vivido esse tempo, admito… Pois estes são duros de viver da forma como penso sobre o assunto…

    E hoje? O que você vê ao seu redor? Tudo virou um show de futilidades e vulgarizações. Não vão olhar-te com olhos de amigo e deslumbre, mas com olhos nefastos, de pensamentos banais e covardes utilizando palavras de baixo calão, ofensivas para uma bela e simpática moça. As canções românticas foram substituidas por aglomerados de rimas e melodias quaisquer feitas para fins comerciais e achismos em redes sociais…

    O amor virou valor brega… a paixão de momento e a azaração viraram a lei marcial. E quem não anda na roda está condenado, ao menos, a ficar fora da “rodinha”… Soa cruel, mas é por ai.

    Soa radical o que falo, Viviane, mas ao menos é o que vejo e que já senti em tantos lugares e pessoas. Um carro novo, um boné, qualquer ostentação, qualquer palavra furada parece valer muito mais do que uma demonstração verdadeira de amizade e, com o tempo, amor verdadeiro. Parece até que ser poeta é um atentado a sociedade hoje em dia.

    Mas por que digo estas coisas? Simples… É porque eu ainda acredite no romance verdadeiro. Como dissera, tive três histórias e, mesmo que nenhuma delas frutificou algo maior, as guardo como experiências de vida e contos para sempre. Não tenho rancor do passado (embora elas possam ter), mas foram momentos onde, pelo menos, senti algo sincero no ar, um verdadeiro clima romântico e verdadeiro, mesmo que elas não foram a frente.

    Ainda tem quem acredite no romantismo, quem poetize e faça versos românticos, nem que seja por simplesmente extravasar as frustrações, como eu mesmo faço vez em quando. Tanto que já escrevi mais de 50 poesias (ou perto disso) sem nenhuma métrica, apenas despejando o que via, sentia ou enraivecia.

    Mas Viviane, te digo sinceramente – como homem, jornalista e poeta “de fim de semana” – que o romantismo ainda existe no coração de quem sabe, exatamente, o que ele significa. O valor do abraço amigo, daquelas risadas gostosas numa conversa informal, o ombro afável quando algo precisa ser desabafado. Coisas que constroem belas amizades e, se o destino assim quer, belas histórias de amor para toda a vida.

    Como dizem os velhos, “mais cedo ou mais tarde a pessoa chega”. E se temos a capacidade de sorrir por nós mesmos por hora por que ficarmos presos a obrigações e comportamentos padrões? Sigamos sorrindo e vivendo atentos as pequenas e belas coisas que a vida tem a nos mostrar. E que o coração (e um pouco de razão) escrevam as linhas da grande história que, um dia, possa nos chegar.

    Atenciosamente:

    André Luiz Bonomini
    Jornalista

    (P.S.: Desculpe-me a extensão do “pequeno” texto e, por favor, não pense que isso soe como “segundas intenções”. Apenas queria compartilhar com você minha visão sobre isto tudo. Mais uma vez, um abraço amigo e obrigado por estas linhas inspiradoras… Quem sabe, lhe envio algumas poesias.)

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    • Boa tarde Andre, como vai ?

      Entendo seu ponto de vista e concordo. Recordo-me de quando minha avó ainda viva, me contava suas historias de como era viver um grande amor, que no caso é meu avo ainda vivo. Eles tiveram um ao outro e mais ninguém ate que a morte os separou e o mais incrível de tudo isto é que por mais que o tempo passe ele continua amando-a, seus olhos brilham ao falar dela. Ela me contava das serenatas que ele fazia pra ela, das conversas, da falta de necessidade de estar sempre beijando e se tocando, apenas a companhia um do outro ja era o suficiente. Você mencionou sobre escrever cartas, trocas bilhetes. Existe algo mais romântico que isto? Meu coração se parte em dois ao pensar que talvez eu jamais viva algo assim e pode parecer pessimismo (mas gosto de encarar como realidade), mas acredito que talvez eu nunca vivencie. Hoje em dia já é difícil o bastante encontrar amigos verdadeiros, sem segundas intenções ou que te aprecie somente pelo que você é, que te aceite mesmo com seus defeitos.
      Hoje tudo e motivo de discorda e ódio, nem nos expressar podemos mais. Nao sei se você chegou a ler meu ultimo post intitulado Minha meta de vida, como nele escrito da vida não quero muita coisa, apenas algo que acrescente entende, então imagino-me, daqui a um tempo (espero que muito em breve), eu, meus livros, minha escrita, meus cachorros e a natureza. Quando a solidão não é um importuno não devemos nos desfazer dela, no meu atual momento me encontro feliz com minha própria companhia e se alguém um dia aparecer e eu me apaixonar, repito que seja apenas para acrescentar.

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      • Já que perguntaste… Muito bem, melhor agora com vossa resposta.
        Fazer o que… como falei, sou meio formal, mas sei me soltar também…

        Pois bem, olhe só. Tens sorte de te-los vivos. Meus quatro avós já estão pelos altos céus, na companhia de minha irmã (e provavelmente rindo de nós mortais hehehe)… Mas história de avós, se já tem um gostinho especial de nostalgia, imagine quando falam de amor? E talvez o grande exemplo de romantismo venha deles. Eles que sabem, exatamente o significado disso. Viveram isso na pele, tem histórias fantásticas e, do alto da experiencia de vida deles, não tem como se admirar por um amor mais forte que um tronco de Carvalho!

        Mas falando em histórias, deixa eu te contar mais uma, se a dama assim me permitir… Minha mãe tem uma história curiosa sobre como conquistou meu pai. Ele era um timido incorrigível (e eu o era antes de me formar jornalista, hehehe). Ela o via passar pela janela da casa quase todo dia. Foi a primeira vista fatal, sem remédio! Ela até colocava canções do Julio Iglesias quando ele passava pela rua enquanto o admirava. Se eu fosse ele, não teria como me sentir “flechado”, embora minhas reações são bem diferentes hehehehe…

        Pois bem, a noite, ele esperava o ônibus bem em frente a casa dela. As sobrinhas da minha mãe ficavam atiçando e tramando planos de como ela podia chegar nele. A solução? Jogar aviõezinhos de papel com alguns dizeres e aquele inocente pedido de encontro… Viviane, deu certo! Tão certo que aqui estou como fruto de um casamento que, este ano, completa 34 anos em agosto!

        Quanto a cartas, todo o natal eu costumo mandar cartões. Nem todos consigo por via postal porque as finanças andam complicadas, mas uma grande parte é por carta mesmo. E cada cartão tem uma dedicatória especial para o dono. Meus pais e amigos, as vezes, não entendem porque faço isso com a tecnologia a nossa volta… Minha resposta é simples: Você se sente abraçado com uma carta a mão ou um e-mail frio?

        Olhe, Viviane… e se eu te contar que nunca, jamais… talvez duas de um universo de 50… recebi resposta destes cartões? Nem carta ando recebendo. Se vem algo pelo correio são as contas e propagandas. A carta/bilhete – ainda mais de amigo para amigo ou entre o casal – é o pedaço de papel mais quente e cheio de ternura que há. Até mesmo as borradas com a caneta e aquela espiral que a gente esquece de arrancar dão aquele toque especial. Enquanto eu for vivo e puder, vou fazer cartas. Quem é especial, merece!

        Confesso não ter lido este post, embora o título me soe familiar (me aparece nas notificações do wordpress), mas vou le-lo com mais profundidade! Assim prometo! E estás certa… No tempo de escola, como eu era um CDF “das antigas”, o pessoal se apoiava em mim de olho nos meus cadernos. Tenho amigos hoje (e sempre tem espaço para mais um), mas as vezes penso que grande parte deles estão de olho em algo ou jogando aqueles maus agouros… terrível!

        O que nos completa é aquelas pequenas coisas que nos trazem sorrisos. Estás redondamente certa! Se em momento me bate a solidão, uma musica calma e escrever uma poesia sempre me são um alívio. Fabuloso, por sinal…

        Viviane, se me permitir uma ousadia social (porque poética já fiz tantas, hehehe), se pudermos manter contato de alguma forma seria legal. Trocar filosofias e coisas interessantes do dia a dia fazem bem para refrigerar a mente. E Blumenau é uma terra que emana poesia em todo o canto. Quem sabe um dia ainda escreva um conto tendo como cenário a minha cidade…

        E, se me permitires ainda, poderiamos trocar cartas. Dizem que amigos por correspondência estão em extinção… Mas, ainda não acabaram!

        Bom dia e belos raios de sol por ai!
        André Luiz / A BOINA

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  4. Legal o texto, curti e tô contigo, porque também passo pelo mesmo, só que no caso sou homem. Mas sei lá, queria te dar uma dica: nunca diga pro cara no encontro que vocês estão ali só como amigos, isso é broxante pra caramba, até porque, todo cara que chama uma garota pra sair espera algo a mais, não necessariamente sexo, pode ser um namoro duradouro, que resulte em casamento, por exemplo. E aí ouvir que estão ali só como amigos, é bem frustrante.
    Diga, colegas, é melhor.

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  5. Eu acredito no romantismo, mas o nosso meio destrói todos os nossos sonhos e não nos permite desabrochar essa ideia que temos de amor. Talvez nosso medo seja mesmo é ficar vulnerável, expor-se para alguém que talvez não seja exatamente aquela pessoa que esperávamos. E se não esperássemos nada? Kkkkkkk talvez essa naturalidade que você diz aparecesse para nós, não é?
    E sim, vai ser difícil viver algo intenso e único mais de uma vez, não que exista a tal alma gêmea que nos tirará da zona de conforto, mas falta alguém que se permita viver intensamente sem grandes preocupações, kkkkk!

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  6. Texto interessante, meio que me faz refletir sobre o que passo neste momento. Não vou dizer que desacredito do romantismo só por que tive uma experiência que falhou, mas nesses tempos nós ficamos em dúvida, né? Estou meio como você: não sei se quero conhecer mais ninguém, apesar de querer viver uma história legal com alguém. Como achar tal pessoa? É tão difícil dizer. Nesses tempos de relações efêmeras, em que se divertir vale mais que qualquer outra coisa, a gente se fecha por medo de sofrer – mas quem pode nos culpar?

    Ah, que questão complicada. Mas acho que sua opção de ir seguindo a vida é acertada. É o que tenho pensado em fazer. Um dia talvez, sem esperar, nos esbarraremos com aquela pessoa que se tornará amiga profunda. E amizade, eu acredito, é o amor na forma mais pura.

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    • Exatamente Matheus, talvez quando não esperemos nada mais dá vida ela nos surpreenda, mas neste meio tempo estou dedicando o tempo somente a mim mesma, fazendo aquilo que gosto, descobrindo novas coisas, mantendo os (poucos e verdadeiros) amigos por perto e me divertindo como posso. A vida passa voando, daqui a 2 meses completo 23 e só posso dizer que dá vida quero mais. Nós devemos nos aventurar, o mundo é grande demais pra gente ficar no mesmo lugar. Boa sorte nas suas conquistas 🌿😘🌹

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  7. Continue sendo você mesma, acreditando nas suas ideias, fazendo tudo aquilo que te faz bem, sem se preocupar com a busca do seu par ideal. Isso acontecerá naturalmente, virá de uma forma branda. Quando você menos esperar, estará completamente envolvida por alguém, que vai te amar pela pessoa que você é.
    Gostei demais do seu texto!

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      • Eu te entendo, passei por umas poucas e boas também. Vi no post sobre o porquê do nome do seu blog, penso que temos que nos valorizar mesmo e nem vejo como egocentrismo. Principalmente do ponto de vista moral e intelectual, que são as construções que acredito que levamos daqui. Assim, a vida flui de forma mais leve, é só se aproximam de nós aqueles que se sintonizam com nossa frequência…seja em princípios, propósitos, gostos. Nas palavras de um poeta e filósofo (que não me lembro qual rs) “aves de mesma plumagem voam juntas”. Um excelente feriado a você também, bjo 😉

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      • Concordo Juliano, as vezes (no meu caso), andava tão perdida em satisfazer e estar junto e apoiar outras pessoas que me perdia. Quando eu precisava não tinha ninguém por mim entende. Sendo ou não sendo egocêntrica o importante é que me encontrei e conto comigo mesma, estou feliz e mantenho apenas por perto pessoas que andam em sincronia comigo e meus ideais. 😀

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