Minhas novas aquisições de leitura

Boa tarde ❣

Hoje é um dia muito especial. Dia das mães é todo dia gente, mas sim, hoje é uma data em que ficamos mais próximos ainda de nossas mamães e com este dia lembro-me de minha infância, de quando eu pedia livros para minha mãe e a partir daqueles momentos eu teletransportava-me à outro mundo. Obrigada mãe e pai pelas inúmeras histórias que vocês me apresentaram.

Infelizmente ainda continuo com o escasso de tempo para ler, escrever e me dedicar ao blog, porém sempre que dá leio um livro ou outro. Nestes últimos tempos não tenho comprado muitos livros, segue então minhas novas aquisições.

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Escrito em 1985, o romance distópico O conto da aia, da canadense Margaret Atwood, The Handmaid’s Tale conta a história na distopia de Gileade, uma sociedade totalitária que foi anteriormente parte dos Estados Unidos. Enfrentando desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda, Gilead é governada por um fundamentalismo religioso que trata as mulheres como propriedade do estado. Como uma das poucas mulheres férteis restantes, Offred é uma serva na casa do comandante, uma das castas de mulheres forçadas à servidão sexual como uma última tentativa desesperada para repovoar um mundo devastado. Nesta sociedade aterrorizante onde uma palavra errada pode acabar com sua vida, Offred vive entre comandantes, as suas mulheres cruéis e seus servos – onde qualquer um poderia ser um espião para Gilead – tudo com um único objetivo: sobreviver e encontrar a filha que foi tirada dela.

Ainda não o li, mas espero fazê-lo em breve. A série é simplesmente incrível, por conta disto espero muito mais do livro. Atualmente acompanho a segunda temporada e o canal Hulu já confirmou a 3 temporada.

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Estar solteira pode ser muito divertido e libertador, mas muitas mulheres deparam com diversos tipos de insegurança quando estão sozinhas. Neste seu primeiro livro, a atriz e digital influenciar Julia Faria defende que o foco principal delas nesse momento precisa ser conhecer melhor a si próprias, e não outras pessoas. Só assim conseguirão encontrar suas caras-metades (se assim desejarem). Os delicados textos aqui reunidos ajudam a refletir sobre o que esperar de um relacionamento e a lidar com o fim inevitável de alguns deles. Sempre com bom humor, a autora faz uma necessária investigação do mundo do flerte e seus códigos. Mais do que um livro para quem está (ou esteve) solteira, a estreia de Julia Faria é uma defesa da autoestima feminina. Sem ela, mostra a autora, não existe final feliz.

Este livro é muito bom. No período em que o li, estava conhecendo um rapaz, que não veio a dar em nada no final das contas, mas o divertido é que em quase todas as fases do livro, sendo desde o primeiro encontro à fase de não dar certo, eu consegui me identificar demais com as diversas passagens da autora e dar risada com tudo aquilo. Em breve farei uma resenha e conto mais sobre minha falha mas divertida experiência.

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Simon tem dezesseis anos e é gay, mas ninguém sabe. Sair ou não do armário é um drama que ele prefere deixar para depois. Tudo muda quando Martin, o bobão da escola, descobre uma troca de e-mails entre Simon e um garoto misterioso que se identifica como Blue e que a cada dia faz o coração de Simon bater mais forte.
Martin começa a chantageá-lo, e, se Simon não ceder, seu segredo cairá na boca de todos. Pior: sua relação com Blue poderá chegar ao fim, antes mesmo de começar.
Agora, o adolescente avesso a mudanças precisará encontrar uma forma de sair de sua zona de conforto e dar uma chance à felicidade ao lado do menino mais confuso e encantador que ele já conheceu.

O que dizer sobre este livro ? Assim que soube a um ano atrás que teria uma adaptação do livro nos cinemas fui ansiando à sua compra, por fim o filme estreou eu não consegui ler o livro antes de assisti-lo, tampouco consegui assistir ao filme,o que de fato é algo bom já que agora tenho o livro e pretendo lê-lo antes de ver o filme.

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Autobiografia de Henry D. Thoreau, Walden é a manifestação dos ideais de um dos maiores críticos da civilização industrial na história. Publicada em 1854, a obra passa por temas não superados até hoje pelo homem contemporâneo, como o direito à liberdade e o respeito à natureza. E tudo começa com um intrigante experimento social. Em 1854, buscando apartar-se de uma sociedade cada vez mais complexa, Thoreau retira-se para a propriedade de um amigo às margens do lago Walden. Na pequena cabana na floresta, adapta as suas habitações e constrói seus móveis, planta os alimentos que consome e os prepara, faz descobertas espirituais. Por meio de uma vida simples e autossuficiente, cria sua utopia. Ainda que seja uma crítica à vida urbana do século XIX, Walden ainda é capaz de suscitar importantes reflexões sobre nosso modo de vida. Em mais de um século de existência, tornou-se uma referência para movimentos libertários, ecologistas e todos os que buscam uma vida mais harmônica.

Eu que me considero uma pessoa super amante da natureza, passei um tempo pesquisando livros, em que as historias se passassem apenas no convivo entre a natureza e a busca pelo ser. Afirmo que este livro conseguiu fazer-me encontrar o que procurava. Vale muito uma resenha detalhada.

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Naomi, Rose, Leo e Red são adolescentes enfrentando aquela fase em que se relacionar no colégio é tão difícil quanto encarar os próprios problemas. Red tem uma mãe alcoólatra e um pai ausente; o irmão de Leo está na prisão; Rose usa sexo e drogas para mascarar traumas antigos e Naomi se esconde atrás de peruca e maquiagem pesada.
Quatro adolescentes tão diferentes viram melhores amigos quando são obrigados a formar uma banda. O que era uma tarefa chata vira a famosa e popular Mirror, Mirror. Através da música, eles encontram um caminho para encarar o mundo de outra forma.
Mas tudo desmorona quando Naomi some misteriosamente e é encontrada, dias depois, entre a vida e a morte. O acidente desestrutura a banda e, consequentemente, a vida de todos. A sólida relação de amizade que eles achavam estar construindo tinha uma rachadura, e tudo o que restam são dúvidas e vazios. O que aconteceu com Naomi? Foi um acidente ou um ataque? Por que ela fugiria e deixaria a banda para trás? Por que esconderia segredos dos seus melhores amigos? Para desvendar o mistério por trás dessa história, Red e os amigos entram em uma investigação que vai desenterrar seus próprios segredos obscuros e fazê-los confrontar a diferença entre o que eles realmente são de verdade e a imagem que passam para o mundo.

Adquiri este livro e o abaixo, através de um clube de assinatura de livro, não o li e nem o outro, mas quero muito.

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A história acompanha a jornada de Aza Holmes, uma menina de 16 anos que sai em busca de um bilionário misteriosamente desaparecido – quem encontrá-lo receberá uma polpuda recompensa em dinheiro – enquanto tenta lidar com o próprio transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). Repleto de referências da vida do autor – entre elas, a tão marcada paixão pela cultura pop e o TOC, distúrbio mental que o afeta desde a infância –, “Tartarugas Até Lá Embaixo” tem tudo o que fez de John Green um dos mais queridos autores contemporâneos. Um livro incrível, recheado de frases sublinháveis, que fala de amizades duradouras e reencontros inesperados, fan-fics de Star Wars e – por que não? – peculiares répteis neozelandeses.

E vocês o que andam lendo no momento ? Já leram algum dos que citei acima ? 📖

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Lançamentos – Editora Paulinas

Boa tarde 🌹

Segunda-feira mais que especial. Maio é um mês tão lindo, pois é comemorado o dia das mães e meu aniversário, estou otimista (mesmo ficando um ano mais velha 😀 ) Para dar inicio à este post vou mostrar à vocês os novos lançamentos da Editora Paulinas, parceira do blog. Todo mês é sempre uma maravilha, é sempre bom saber que existem editoras que persistem em levar a magia da leitura à todos em sua volta. Ler é importante e incentivar a leitura é mais ainda. 

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Esta obra recolhe as homilias do Papa Francisco, na Casa Santa Marta, no período de Março 2014 a Junho 2015. Elas aprofundam um tema muito querido ao Papa Francisco: a misericórdia, para a qual o pontífice dedicou um jubileu extraordinário.Com palavras da vida cotidiana, o Papa Francisco nos conta que a misericórdia é um ponto qualificante do seu pontificado. Nas expressões coloquiais, nas metáforas coloridas e nos neologismos que tanto o fazem amar – e criticar – em todo o mundo se exprime o empenho pastoral do pontífice, que nunca é teologicamente abstrato, distante, mas no mesmo plano dos que o escutam.O que é a misericórdia? A misericórdia não é uma coisa, não é um objeto. Não é um ato legal, humanístico ou um juízo sobre comportamento seguido do perdão dos pecados. A misericórdia é uma relação, um envolvimento. Ao exercitá-la, é necessário compreender o outro e interceder a seu favor. A misericórdia, portanto, tem uma lógica esmagadora que se torna clara somente se se compreende a miséria humana sem desprezá-la.Na misericórdia, a pessoa humana pode aproximar-se dos seus limites e refundar as relações sociais, combater o mal e perseguir o bem, enquanto a Igreja pode assumir plenamente a sua tarefa pastoral segundo a visão do Papa Francisco: acolher com os braços abertos quem se volta para ela, sem julgar e sem refutar ninguém.Esta obra une simplicidade e profundidade, características que fazem bela uma obra de fácil leitura e acessível ao grande público.

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O renomado teólogo Leonardo Boff brinda o leitor de Paulinas com sua primeira obra na Editora. A profundidade e a leveza conjugadas nestes textos ensinam, encantam e conclamam a posturas éticas que ajudem a preservar a vida do planeta e a tecer novos modos de vida na sociedade atual.
Os pequenos tópicos deste livro procuram responder a questões que sempre estão na agenda do ser humano. Quem não se pergunta: de onde vem o universo? Como surgiu a Terra? Que é, finalmente, o ser humano? Como salvar a vida e a própria Mãe Terra, hoje ameaçadaa? A espiritualidade possui um lugar em sua vida? Colocamos coração em tudo o que fazemos?
O autor procura responder a estas questões, aproveitando-se dos dados mais seguros da moderna cosmologia e das ciências da vida e da Terra. Seguramente nisso reside sua originalidade.
Não se encontrarão aqui respostas convencionais, mas singulares, que vêm ao encontro das exigências de nosso tempo e das questões que sempre nos ocupam a mente e o coração.
O autor está confiante de que estas reflexões, embora curtas, ajudem os leitores e as leitoras a aprofundarem o sentido de suas vidas e a se sentirem mais próximos da Fonte Originária de tudo, que é Deus.

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Esta obra, Primeira Carta aos Tessalonicenses, aborda o tema do Mês da Bíblia de 2017. Salienta a importância deste primeiro escrito no contexto do Novo Testamento. Paulo, ao escrever a Primeira Carta aos Tessalonicenses, inaugurou na e para a Igreja o processo de formação do Novo Testamento. Ao fazer uso da escrita para se comunicar com os fiéis de Tessalônica, não apenas revelou a grandeza do seu zelo e ardor missionário, mas inovou e iniciou um modo de se fazer presente, de interagir e de acompanhar a vida dos fiéis e das comunidades cristãs que se multiplicavam principalmente fora da Palestina.
Segundo Paulo, o ministério dedicado ao Evangelho acontece em meio a diversas provações e dificuldades. Estar do lado de Deus e fazer a sua vontade, como discípulo de Jesus Cristo, é uma opção pelo bem, pela justiça e pela verdade que liberta na caridade. O Evangelho anunciado por Paulo e seus companheiros entre os tessalonicenses não era a proclamação de mais uma religião, mas a força de um evento salvífico e pleno de amor: o Mistério Pascal de Jesus Cristo. Não um amor feito de palavras, mas concretizado na total doação na cruz: “Ninguém tem maior amor do que aquele que dá sua vida em favor dos amigos” (Jo 15,13). Paulo assimilou e fez do seu amor a Jesus Cristo a razão do seu ser e do seu ministério apostólico e eclesial. Esse amor se fez carta e foi enviada aos fiéis de Tessalônica: Paulo, Silvano e Timóteo à igreja dos tessalonicenses em Deus Pai e no Senhor Jesus Cristo. Graça e paz a vós (1Ts 1,1).

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1 Tessalonicenses: fé, esperança, amor e resistência leva-nos para aproximadamente meados do primeiro século, período no qual o apóstolo Paulo escreveu a uma comunidade numericamente pequena e, ao mesmo tempo, muito jovem e com vontade de crescer. Uma comunidade que ensaiava dar os primeiros passos e já percebia os grandes desafios de viver, sobreviver e perseverar diante de uma fora imperial que se agigantava cada vez mais.
A comunidade não era composta de conquistadores, mas, sim, de vítimas do Império. Na verdade, os que lá se encontravam procuravam demonstrar o triunfo do amor de Deus sobre os poderes do Império Romano. Não se viam como conquistadores; a mística que nutriam em comunidade indicava um novo e contracultural caminho: “…somos mais do que conquistadores por meio daquele que nos amou”

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Dona Vaca encontrou o Potrinho andando muito triste pelo pasto. Ele havia perdido seu bichinho de estimação. A Vaca resolveu ajudar o amigo a procurar pelo seu bichinho. No meio do caminho encontraram outros animais que também quiseram ajudar. O Macaco, o Pato, o Porco, a Formiga, o Galo, o Gato, todos queriam ajudar o Potrinho a solucionar o mistério. Será que eles conseguiram?

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Algumas pessoas atingem níveis muito profundos de humanidade. São pessoas que só fazem o bem, irradiando sabedoria e bondade por onde passam, que conseguem conservar a serenidade e a leveza em meio às agitações e sobressaltos da vida. Assim era Dom Vicente Joaquim Zico, querido arcebispo emérito de Belém, falecido em maio de 2015.
Este livro, nascido da gratidão e da saudade, propõe-se a apresentar o perfil de Dom Vicente a partir de três enfoques intercomplementares: seus principais traços biográficos, uma breve seleção de seus escritos espirituais e pastorais e uma coletânea de imagens.
O objetivo de livro é cativar o leitor, tanto quanto aqueles que com Dom Vicente conviveram, de modo que sinta despertar o desejo de ser bom, a chama do amor, a saudade do infinito.

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Este livro biográfico traz a vida do Bem-aventurado Francisco Pianzola. Como diz o prefácio: “Neste livro, o autor narra e interpreta a experiência espiritual de Padre Pianzola, deixando falar os fatos e trazendo muitos testemunhos; sobretudo, dá a palavra ao próprio Pianzola com amplos trechos de seus escritos. O resultado é um retrato vivo , envolvente e contagiante, que favorece o encontro entre o leitor e Padre Pianzola: um encontro que poderia até mudar a sua vida ou, pelo menos, orientá-la na direção certa. A nossa família religiosa, principalmente após a beatificação de Padre Pianzola, no dia 4 de outubro de 2008, sentiu, por um lado, o desejo de reforçar a própria formação sobre a espiritualidade carismática e, por outro, a urgência de compartilhar o carisma, como insistiam os leigos recentemente associados ao Instituto, os Amigos do Bem-aventurado Pianzola : o livro nasce dessa necessidade de estudo e aprofundamento, valendo-se de contribuições competentes, não pertencentes ao Instituto, conscientes de que o olhar estrangeiro sempre ajuda a enxergar aspectos desconhecidos ou distantes da realidade”.

#Correios – Recebidos do mês (Abril)

 

Oii gente, voltei de novo ♥ Chegou mais um livro agora a pouco, da parceria minha com a Editora Scortecci e não aguentei a ansiedade de vir até aqui mostra-lo ♥ Mais um livro para ler. Amo livros, amo ler. Ontem dia 23 foi dia Mundial do Livro e deveria ter postado algo a respeito, mas não postei porque passei o dia vendo série (Designated Survivor) Bom, livros é essencial pra mim e deveria ser a todos, vai além de ser uma questão somente para crescer,aprender, desenvolver. Para mim é uma forma divertida de trabalhar a imaginação, pois através dela é que o ser humano faz coisas incríveis e a leitura é uma das maneiras de nos proporcionar isto. Então feliz dia mundial do livro atrasado e muita leitura e imaginação para todos nós ♥

A capa deste livro é lindo e é o segundo livro que recebo e envolve a palavra anjo, gente é muito amor por estes livros, sinceramente mal espero para lê-lo e resenha-lo. Amo romance, é um dos meus gêneros favoritos acho que é porque nunca vivi um amor assim, então acabo amando ler sobre e imaginando como deve ser 😍😂

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  • Confiram a sinopse:

“Nesse mesmo momento, invisível aos olhos de todos…
Ele contemplava o burburinho dos carros e das pessoas na rua movimentada.
… homens, mulheres, casais caminhando normalmente, de braços dados, de mãos dadas e casais se abraçando, se tocando nos lábios e …
Ele se deslocou para bem perto e ficou olhando, olhando aqueles seres humanos, principalmente os que estavam se beijando, o que eles estavam fazendo e, instintivamente, conjeturou sobre o quê, eles deviam estar sentindo.
Ele sentiu que suas emoções afloravam e o tornavam consciente, que pela primeira vez, nos séculos de sua existência, que ele seria movido pela sua vontade, por essas emoções e ansiava sentir essas sensações que os humanos sentiam.
Alicia…
Sem atinar com a razão disso, a linda figura daquele lindo ser humano tão maravilhoso, surgia à sua frente, como uma figura holográfica, naquele exato momento de sua conscientização do que suas emoções estavam lhe transmitindo.”

Nova parceria | Recebido do mês (Abril)

Boa tarde ❣

Feriadão acabou, uffa digo isso porque fiquei no maior tédio os três dias. O que me salvou foi ouvir música e ver série. Falando nisso farei um post sobre a nova série que estou acompanhando que é muito boa.

Hoje venho anunciar mais uma parceria aqui no blog a autora Luciana Oliveira ♥♥♥

  • Sobre a autora:

Formada em Ciências Contábeis pela Universidade de Itaúna, fez pós graduação pela PUC MG. Em 17 anos de profissão trabalhou como contadora, empresária e professora de faculdade. Hoje mora em Betim com o esposo e filho.

Quem me acompanha no instagram do @egocentricocaracol viu que recebi na sexta passada o livro de sua autoriaHomens e Anjos: Um amor para toda a vida. Gente estou animadíssima para ler ao livro, hoje mesmo pretendo terminar minha leitura atual, resenha-lo e já começar a ler este livro.

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Sinopse: A vida da bela Isa começa a mudar. A ausência do marido que viaja para a África a trabalho, o vazio que sente com a ausência dele a faz reviver constantemente o passado de pobreza e a agressividade entre seus pais, fazendo com que se sinta cada vez mais insegura.

Ela, que só tinha olhos para o trabalho, o filho e o marido, depara então com aqueles lindos olhos azuis. Eduardo o cliente da sua empresa, não é um homem comum, é misterioso e fascinante ao mesmo tempo. Isa descobre o desejo, começa a ceder aos encantos de Eduardo, um homem intenso. Dividida entre a ética e o desejo, ela se pergunta se ainda ama Júlio, seu marido, e sua escolha poderá mudar tudo. Mas Isa não está só, ela conta com a proteção de Miniel, seu anjo. Ele irá guiá-la por esse caminho repleto de sentimentos, inseguranças e descobertas fascinantes.

Ao falar de suas razões para escrever “Homens e Anjos – ela explica “O primeiro rascunho ficou pronto em 40 dias, de lá para cá sofreu várias adaptações. Queria escrever sobre as pessoas comuns e me inspirei nos fato que meus pais e vizinhos tinham vivido, e quando juntei as duas ideias, pareceu funcionar, especialmente quando pensei na importância das palavras naquela época, e naquilo que elas conseguiram me fazer acreditar e fazer”.

O Instagram da autora é este aqui: @escritoralucianaoliveira

Parceria – Tamires Brayner Falcão – Livro: A Mulher de um Homem só

Boa tarde 🌷

Tenho tantas novidades, tantas coisas boas acontecendo ultimamente que me deixa muito feliz e aqui vai mais uma noticia boa, o blog conseguiu mais uma parceria com uma autora e sem duvida sera uma parceria muito proveitosa para ambas as partes. Ah e claro, vai ter resenha.💝 Que capa mais linda 😍

  • Sobre a Autora:

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Tamires Brayner Falcão nascida e criada em SP Capital, onda mora com seu filho Eduardo. Tem 24 anos é professora de língua portuguesa e se arrisca à escrever. 

 

 

 

  • O livro:

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Sinopse: Em meio a realidade urbana e caótica, vive um homem cuja vida monótona se transforma quando finalmente encontra seu grande amor, mas ela também se torna sua maior ruína, transformando sua realidade entediante e pacata num caos cercado de sonhos, fantasias e viagens sinestésicas. Será que o amor é capaz de suportar a tudo, até mesmo a loucura? Entre na pele do protagonista de “A Mulher de um Homem só” e entenda porque alguns amores podem ser impossíveis.

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Acompanhem a autora no Instagram: @tamibrayner

Em breve o livro estará a venda no site da Editora Penalux, mas quem quiser adquirir já ao livro basta entrar em contato com a Tami pelo Instagram ou Facebook.

 

Resumindo minha quinta-feira a noite

Boa noite 🌷

Duas coisas que nunca resisto: um bom vinho, um bom livro. Vocês não tem ideia do quanto amo vinho, não sou de beber mas um bom vinho eu nunca recuso, sempre ha uma garrafa em casa (no minimo). 😂 Não curto cerveja e chopp prefiro o black. E vocês gostam de vinho? Costumam beber o que? Andam lendo algo de novo? 

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Resenha – Notas do Subsolo – Fiódor Dostoiévski

Bom dia 🌹

Como mencionado no post anterior eu finalmente terminei de ler Notas do Subsolo e sinto-me diferente de certa forma, é muito bom concluir um livro e saber que se passará quantos anos forem, você sempre irá se lembrar da história com carinho Vale lembrar que o livro foi traduzido diretamente do russo por Maria Ap. Botelho Pereira Soares (amo traduções diretamente da língua materna).

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Gênero: Novela/Filosofia | Número de páginas:160 | Editora: L&PM POCKET| Autor: Fiódor Dostoiévski

♥♥♥♥♥
Classificação: Excelente

Sinopse: Notas do subsolo é um marco no grandioso conjunto de obras que Dostoiévski legou à humanidade. Dotado de um humor mordaz, provocativo e desafiador, este livro introduz as idéias de moral e política que o escritor mais tarde abordaria nas obras-primas Crime e castigo e Os irmãos Karamazóv. Sua idéia de “homem subterrâneo” legou à ficção européia moderna um dos seus principais arquétipos, encontrado também em Kafka, Hesse, Camus e Sartre: o anti-herói morbidamente obcecado com a sua própria impotência de lidar com a realidade que o cerca.
Esta obra, publicada inicialmente na revista Epokha, editada por Dostoiévski e por seu irmão Mikhail, traz em si várias discussões filosóficas. Dividida em duas partes, é um autoflagelante monólogo no qual o narrador, um rebelde contrário ao materialismo e ao conformismo, discute sua visão negativa do mundo e aborda as principais questões do seu tempo, constituindo uma narrativa de uma intensidade incomum.

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Acredito que em algum momento eu tenha apresentado certa dificuldade em começar esta resenha, pensei muito, muito mesmo por onde iniciar.  Em que dar prioridade? No que colocar ênfase? O que é indispensável?  E tudo da maneira mais simples possível! Não me perdoaria se fizesse algo mais ou menos, na verdade caso o fizesse nem atreveria-me a publicar, não resta-me mas nada à não ser acreditar que fiz um bom trabalho. Essa foi uma das leituras mais prazerosas que tive. Entendam, uma resenha consiste em ser imparcial, mas pergunte-me varias vezes como ser, nesta ocasião!

Quem já leu sabe, é um livro bem complexo (ao menos eu achei). Quando você se perde lendo muitos romances e livros atuais e de repente lê um clássico, acaba se sentindo meio acuado com esse tipo de leitura, com uma narrativa bem diferente da qual acostumou-se acaba então, tendo um pequeno impacto, foi o que apresentei no começo (sim, apenas no começo).

De todo modo tudo tem seu inicio, não?  Então lá vou eu … Do começo!

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“Sou um homem doente… Sou mau. Não tenho atrativos.” Pg 01.

O livro é dividido em duas partes na primeira (Subsolo) ele (o narrador que não revela seu nome em momento algum) relata coisas pessoais, sua perspectiva de ver as coisas à seu redor e à si mesmo. Uma confissão acerca de si, política, filosofia, sociedade onde ele dialoga com o leitor em primeira pessoa incitando- os a desafiá-lo, a contradizê-lo, ele refere-se quase sempre a estes leitores como “meus senhores”. Penso que nesta primeira parte posso colocar como exemplo um diário, sim, digamos que seja um diário onde de maneira negativa e certa forma divertida ele abrange assuntos com um ar amargo, torpe e ignóbil em seus questionamentos e reflexões.

“Não apenas consegui tornar-me cruel, como também não consegui tornar nada, nem mau, nem bom, nem canalha, nem homem, nem honrado, nem herói, nem inseto.” Pg 13.

O narrador se auto contradiz muito, ora elogia-se e imponha seu orgulho de ser o homem que é, ora se lastima por ser um misero e hediondo homem de quarenta anos que não tem nada nem ninguém, que não é nada.

 Há uma apresentação infeliz de baixa auto-estima muito alta, quase sempre apontando a necessidade de desafiar o leitor a sentir pena dele, inclusive ele mesmo muitas vezes apresenta esta dádiva em diversas partes ao decorrer da história.

“Explico-lhes: o deleite aqui derivava precisamente da consciência excessivamente clara de minha humilhação; de que você sente que já chegou ao derradeiro limite; que isso é detestável; mas também, que outra coisa é impossível; que você já não tem saída, já não pode mudar. Mesmo se ainda restasse tempo e fé para se transformar em algo diferente, provavelmente você mesmo não iria querer se transformar; e, se quisesse, ainda assim não faria nada, porque talvez não houvesse no que se transformar.” Pg 16.

Em seus momentos de lamúrias o narrador culpa-se por ser o que é, culpa-se pela sua condição vil, e pelo fato de ser o que é (vil), não faz questão alguma de mudar.

“Sou, por exemplo, uma pessoa com um amor próprio exagerado. Sou desconfiado e ressentido, como um corcunda ou um anão, embora, verdade seja dita, houvesse momentos em que, se me dessem uma bofetada, eu talvez ficasse alegre com isso. Estou falando sério: provavelmente eu conseguiria, ai também achar um certo tipo de prazer, sem duvida, o prazer do desespero, mas é no desespero que acontecem os prazeres mais intensos, especialmente quando você já percebe muito fortemente que sua situação não tem saída.” Pg 17.

“… por mais que eu reflita a respeito, de qualquer maneira resulta que eu sou o principal culpado de tudo e, o que é mais lastimável, sou culpado sem culpa e de acordo com as leis da natureza, por assim dizer.”Pg 17

Ainda nesta primeira parte ele repassa seus momentos nesta suas confusões de idéias, dúvidas, ressentimentos, o que sempre acaba trazendo a tona mais perguntas do que respostas, embora em suas respostas quase convincentes -assim por dizer -, ele sempre busque uma justificativa para seus leitores, quanto para si mesmo, dos seus porquês.

“Mas o homem é um ser inconstante” Pg 44

“Estou convencido de que o homem nunca renunciara ao sofrimento verdadeiro, isto é, à destruição e ao caos.” Pg 46

“Mas o que fazer se meti na minha cabeça que não vivo somente para isso e que, se vou viver, quero que seja num palácio? Isso é o meu desejo, é a minha vontade. Os senhores só a arrancaram de mim quando tiverem modificado os meus desejos.” Pg 47

“Não direi que estou saciado se tenho fome; mesmo assim, sei que não me contentarei com um meio termo.” Pg 47

“Destruam meus desejos, apaguem meus ideais, mostrem-me alguma coisa melhor e serei seu seguidor” Pg 47

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Ok, vamos então a segunda parte …

Em todo o contexto foi aqui que mais me diverti lendo, nesta segunda parte (A propósito da neve úmida – pg 53), há uma breve introdução do poema de Nekrássov e seguimos com o narrador aprofundando-se mais ainda em seus motivos que o fizeram ser tão desprezível quanto afirma ser. Composto por suas lembranças, a narrativa com humor e sátira, introduz suas desafortunadas tentativas de ser bem visto na sociedade, ser respeitado e querido por aqueles que o rodeiam.

“Havia ainda naquela época outra circunstância que me torturava: precisamente o fato de que ninguém se parecia comigo e eu não era parecido com ninguém. Eu sou único e eles são todos”. Pg 56

Como mencionei acima, há uma contradição demasia e todo um drama, uma insensatez absurda que o domina.

“Um papel secundário eu nunca pude aceitar, e era por isso que na vida real ocupava muito tranquilamente o último lugar. Ou herói ou a lama, não havia meio termo. Pg 69

 Nessas devidas ocasiões o narrador vive de suas fantasias, remoe-se por dentro para ser bem visto. Há toda uma alusão e paranoia que ele mesmo cria para si e não descansa até fazer algo a respeito ou ter uma resposta, algo afirmativo que o deixe descansar a mente e/ou ter algum certo tipo de alívio. Paranoia, definitivamente é como eu classificaria esta segunda parte.  Em uma determinada ocasião o narrador com uma audácia e inteligência mordaz justifica-se relembrando o fato de um oficial ter-lo empurrado e ele se sente um nada, humilhado e sem valor, o que incita-o  a vingar-se, e assim passam alguns anos e ele insiste em dar o troco, criando todo um plano a respeito, ele encara isso como uma maneira de recuperar sua honra, algo que para ele é de extrema importância. Há também o desprezo e ódio que ele sente por seu empregado o Apollon, e também a personagem Lizza que é uma prostituta que entra na sua vida, e seus antigos colegas de escola, tudo isso consta nesta segunda parte.

Bom muita coisa acontece, o que eu disse nesta resenha não chega a ser nem 5% do que o livro realmente é. Agora posso entender o porquê de este livro ser um clássico e da importância de Dostoiévski tanto na literatura russa, como na mundial.

É uma leitura forte, divertida, que o faz questionar-se, é atual, é sagaz. E acredito que seja indispensável para qualquer amante de literatura. Mal posso esperar para ler outros trabalhos deste romancista russo.

Não posso encerrar mencionando que eu deveria informa-los sobre a questão do belo e sublime* e suas afirmações de ser um anti-heroi, porém acredito que já tenha escrito demais e bom, deixarei estas questões (que são importantes no livro), e as deixarei para que vocês mesmo tirem suas próprias conclusões, quando, -se desejarem-, lerem o livro.

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*Belo e Sublime refere-se ao tratado de Kant, Sobre o sublime e belo. A expressão o sublime e o belo era popular nos críticos russos nas décadas de 1830 e 1840. Pg 15.

NOTA: Espero que apreciem a resenha, acredito que tenha conseguido colocar tudo de mais importante e essencial, deu um pouquinho de trabalho, mas fiquei feliz com o resultado.